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Amistoso 1993 – Seleção do Vale do Rio Pardo (RS) 1 – 1 Trianon (RS)

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Era tradicional no Rio Grande do Sul, final do ano ou início do ano novo e lá estavam os craques do Trianon em campo para a única exibição da equipe na temporada. O Trianon foi uma equipe idealizada pelo cabelereiro Nei Oliveira, dono da barbearia Trianon, que ao longo dos anos fez amizade com os boleiros que passavam por Porto Alegre, defendendo a dupla grenal. Assim sempre que iniciava a temporada de férias, lá estavam os amigos de todos os cantos do país se reunindo em algum estádio do interior do RS para esta festiva partida. Em 1993, não foi diferente, dia 02/01, isso mesmo, um sábado em meio ao feriadão de ano novo! A partida foi disputada na cidade de Santa Cruz do Sul, região do Vale do Rio Pardo que também nesta época contava com o Guarani de Venâncio Aires na primeira divisão estadual. A Seleção do Vale, contava com alguns nomes bem conhecidos no futebol gaúcho, como os zagueirosa Vílson (Grêmio), o veterano Bolívar (Ex-Grêmio, Portuguesa, Inter de Limeira), os meias Lúvio e Paulo Sereno, além dos atacantes Renato Teixeira (Campeão Brasileiro pelo Bahia em 1988) e Gélson Conte, que na época havia sido revelado pelo Lajeadense e vinha de uma passagem breve pelo Internacional.  Já o Trianon contava com o goleiro Ronaldo Giovanelli,  Paulo Roberto Prestes, Pinga, Mauro Galvão, Dêner, Maurício e Neto, entre outros.

Seleção do Vale do Rio Pardo 1 1 Trianon
Data: 02/01/1993 [Sábado], Hora: 16:00, Local: Plátanos (Santa Cruz do Sul, RS); Arbitragem: Leonel Antônio Pandolfo, com Justimiano Goulart e Carlos Cruz, Público: 3.000, Renda: Cr$ 40.000.000,00, Gols: Renato Teixeira (SVRP) aos 55′ e Dêner (T)  aos 88′.
Sem Imagem César (Gilmar), Pingo, Carlos, Vilson (Bolívar) e Clóvis; Edmílson, Preta (Paulo Sereno) e Roberto (Paulinho), Luciano (Renato Teixeira), Gélson (Jorge) e Lúvio (Clóvis). Técnico: Paulo Bastos.
Trianon (Porto Alegre, RS) Ronaldo, Paulo Roberto, Pinga (Ion), Mauro Galvão (Luís Eduardo) e Daniel Franco; Norberto, Neto (Gil) e Dêner. Catê (Géverton), Maurício e Caíco. Técnico: Nei Oliveira.

Abaixo alguns trechos publicados pelo Jornal Zero Hora em 04/01/1993, falando sobre a partida e o espírito festivo do evento.

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Velocidade: Catê (esquerda), gaúcho de Cruz Alta, ponta direita do São Paulo, campeão mundial, mostrou porque é um dos preferidos de Telê.

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